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sábado, 20 de setembro de 2014

Viver com a Metadona: Uma coisa é recaíres nas drogas outra coisa é viveres recaído

Viver com a Metadona: Uma coisa é recaíres nas drogas outra coisa é viveres recaído

Uma coisa é recaíres nas drogas outra coisa é viveres recaído

Olá 

Eu um dia, já faz uns anos depois de mais uma recaída em meio a mais uma tentativa de recuperação, já desgastado desta situação e sabendo que para mim bastaria uma recaída e destruiria novamente tudo aquilo que havia demorado tantos meses a construir, tipo:

O emprego
A confiança
Um namoro
Amigos
Saúde
Estabilidade física e emocional
Etc...

Que dei por mim cansado ... E mais uma vez a desistir isto depois de outrora já ter desistido anteriormente, ou seja vivido na rua , infectado com doenças que são como tatuagens ...que ficam. 
Cheio de raiva e de pena de mim mesmo  iria cair num esgoto novamente? Não. 
Claro que não .

E pensei. MIGUEL, UMA COISA É RECAÍRES OUTRA COISA É VIVERES RECAÍDO.... por isso LEVANTA-TE ergue-te e volta a andar.


domingo, 7 de setembro de 2014

Alimentos PROIBIDOS para quem faz tratamento de Metadona: Coisas que os medicos esqueceram-se de avisar

O QUE NAO COMER QUANDO SE FAZ TRATAMENTO COM METADONA:

A metadona é um analgésico sintético que causa sedação e relaxamento. A metadona é utilizada geralmente no auxílio de tratamento da dependência de narcóticos, incluindo heroína, morfina, hidrocodona, fentanilo, Vicodin, oxicodona, codeína e benzodiazepinas. 

A metadona também pode ser usado para tratar a dependência de drogas ilícitas, como LSD, PCP e cocaína. 

Se você está a procura de tratamento por consumo de drogas e metadona está a ser usada para ajudar no processo de desintoxicação, e existem alguns alimentos que você deve evitar.

Toranja

Se você está se desintoxicando de uma toxicodependência grave, o médico pode recomendar a reabilitação hospitalar. 

Tratamento hospitalar requer supervisão médica quando você passar pelo processo de desintoxicação. 

Um medicamento que será usado para ajudá-lo com dor e sintomas de abstinência é a metadona. 

O seu médico provavelmente irá restringir a ingestão de sumo de toranja ou toranja enquanto estiver a tomar metadona. 

Grapefruit pode inibir o sistema enzimático, causando flutuações e efeitos secundários graves que podem interferir com o tratamento.

Se você tomar metadona em casa, não se esqueça de falar com seu médico e farmacêutico sobre essa interação.

Alimentos processados

Os alimentos que são ricos em calorias e com adição de conservantes devem ser evitados durante o tratamento. 

Fique longe de alimentos embalados e alimentos que contêm calorias vazias. 

Rápidas alimentos substitutos, processados com grãos integrais como aveia, trigo bulgur, arroz e farinha de milho. 

Escolha alimentos com baixo teor de gordura, incluindo iogurte, leite desnatado e queijo cottage. 

Proteína pode incluir carne magra e de peru, cordeiro, peixe, nozes e sementes. 

Inclua quantidades generosas de frutas e legumes em cada refeição.

AÇÚCAR
A maioria das doses orais de metadona contêm açúcar. 

Se você é diabético ou assistindo os seus níveis de açúcar no sangue, o seu médico pode prescrever uma alternativa sem açúcar, como cloridrato de metadona. 

Em alguns casos, se você é viciado em drogas, como opiáceos, a doçura do xarope de metadona pode fazê-lo implorar substâncias açucaradas, explica relatórios da Organização Mundial de Saúde. 

Muitos usuários de drogas têm atendimento odontológico pobres e tomando doses de longo prazo da metadona pode agravar ou prevenir a melhoria da saúde oral.

CAFEÍNA
Evite alimentos que contenham cafeína, como chocolate. 
A cafeína é um estimulante natural e como o seu corpo está se desintoxicando, você está entorpecente desejos e dor com metadona. 

Alimentos que contêm estimulantes e açúcar pode colocar um fim no seu plano de tratamento. 

O chocolate contém apenas pequenas quantidades de cafeína, mas pode ainda interferir com o tratamento, especialmente em grandes quantidades. 

Bebidas ou receitas feitas com café também pode conter quantidades ocultas de cafeína e deve ser bandino da sua Alimentacao 

CONSELHO PARA UMA VIDA MELHOR?

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

O que me tornou um toxicodependente ainda jovem


Bailei num falso feliz porque amava e sentia vontade de mais.





Nunca eu imaginei as voltas que ainda ia dar de "cavalo".


Aquele semblante angelical, de menino maroto mas sem maldade, até afável e simpático escondia pensamentos e vontades de arrepiar.

Se alguém Imagina-se as vezes que eu me achei poderoso e com nojo deste mundo e tudo e todos os que me rodeavam.
As vezes que eu desejava um terramoto na minha cidade e sentir o cheiro da morte ao meu redor ver o terror, o medo estampado no rosto das pessoas enquanto edifícios se desmoronavam em cima destas, enquanto cantava sobre os seus corpinhos frágeis e patéticos. 

As vezes que me imaginei a destruir apenas pelo prazer de fazer sofrer esta e aquela pessoa. Pessoas desconhecidas. Gente que mal algum me fez. Apenas os aniquilava com o meu olhar, como se raios saíssem de mim, como um vilão de livros de banda desenhada, o mau da fita. Sentia odio dentro de mim. Hoje consigo ver que era tudo menos uma criança normal.

As noites para mim eram lagos de lagrimas as vezes que encharquei a minha almofada de lágrimas com choros compulsivos invadido por uma tristeza quase insuportavel.

Hoje com quase quarenta anos de idade olho para traz e recordo-me dessa altura, quando tinha treze anitos e era o teenager mais triste do mundo. Ou pelo menos sentia-me assim.
Revoltado, cheio de odio e mágoa, destroçado, acabado, sem vontade de viver.

Esses pensamentos outrora meus, interiores, faziam-me sucumbir naquilo que parecia o Abismo dos Abismos, e eu nunca entendi porquê…porque me sentia assim.

Mas o facto é que este era o Miguel, este era aquele miúdo com carinha de anjo. Um revoltado, triste, quieto com más notas de aprendizagem e com Muito Bom a comportamento.

Por essa altura o meu mundo era negro e escuro, sombrio e o passado já marcava a minha existência.
Mas era interior não demostrava ao mundo o meu vazio o meu terror.
Às vezes tenho orgulho de mim, por tudo aquilo que consegui ultrapassar porque mesmo sendo interiormente destabilizado, tive controlo.


Querem ouvir o quê, sobre o abuso sexual? Ou sobre os maus tratos?
Querem que comesse por onde afinal? Ouvir como tudo começou?
Como me tornei assim?
Ou entro já a matar e falo-vos como é que a heroína e cocaína me foram apresentadas?

O fiasco da minha vida. Teria sido um bom título de livro, ou… O retrato do meu cansaço. Este que expõe tudo menos o que é positivo, abraçado num mundo de dor e de tremor constante.

A morte para mim era um desejo. Uma ambição. Enquanto ouvia de outros histórias de alegria, eu, ficava-me pelo silêncio e deitei-me com ela e desejei-a durante noites sem fim.
Afogava-me em soluços e adormecia em meio á dor e rancor, consumia-me a alma e arrastava-me no mais profundo mar de caos.

Perdi-me no que queria ser, pois não queria ser, queria morrer, criança mas nunca vivi como poderia eu viver se me sentia morto.

Contar a minha historia de vida ao pormenor, isso não.
Já o fiz enquanto internado em clinicas de doze passos, não tenho pachorra para isso.

Todo o meu percurso foi um desperdício de vida. Isso mesmo um desperdício.
A única esperança que me restava é que poderia mudar, e foi isso que me fez prosseguir.
O que me fez andar foi eu olhar e ver o sorriso de outras crianças e me imaginar a igual, tal qual essa possibilidade de um sorrir.

Mas o tempo foi passando e eu nunca melhorei pelo contrário, transformei-me num ser mediano, nem mau nem bom, uma coisa sem sal, estéril.
Interiormente lá bem no fundo a esperança …a vontade de salgar.

Continuei a empurrar a vida, continuei um pouco mais calmo de pensamentos negros a seguir em frente, a acreditar que podia ser melhor.

O passado deveria ser passado quando ele não reflete o presente, e o presente da altura era descobrir o que me havia tornado.

Muitos dos abusados abusaram, mas eu nunca o fiz, nunca sequer me passou pela cabeça, tinha tendências diferentes, procurava segurança e coisas impossíveis. 

E, em meio a ilusões vivi momentos prazerosos que não me arrependo.
Esta nova pessoa estava a tornear-se , e era melhor ser esta do que aquela que outrora os pensamentos macabros quiseram que eu fosse.
Mas, mesmo neste os meus caminhos eram errôneos e amadores. Amei, ou pensei que amei, e pensei que fui amado mas o que tinha eram momentos.
Mais abusos , agora permitidos por mim, conscientes, mas abusos.


Escondia o que era, ou o que odiava ser porque se outrora fui como um boneco nas mãos de quem deveria ser mãe, era inadmissível o que me tornara.


Escola já havia passado e a única coisa que ficou foram companhias da prata onde heroína escorria sobre esta e me acalmava a dor de quem era...

Mas o que eu queria era a anestesia, porque no final do ato quando puxava as calças para cima a única coisa que ficavam eram fluidos extra e pensamentos de derrota e abandono ligados aos que toda a vida vivi e não me largavam.

Fugir de mim mesmo seria essa a melhor solução? Foram tantas as vezes que pensei que fugia mas eu estava lá, eu era o ator do palco principal da minha existência. Fui para longe. Nunca tinha abandonado Lisboa, fui só e apenas para fugir. Fugir do estanho e da gota negra que me assombrava. Mas a única coisa que encontrei foi mais solidão e vazio.

Respostas para mim ainda não existiam, parece que estava a pagar por aqueles horríveis pensamentos que me assombraram quando jovem estupido. Como se uma maldição.


O Amor falso desapareceu, e nunca apareceu nenhum real, também não estava a procura disso, fiquei mais pela busca do anestético que me tapava a dor. E sempre que fazia um tubo para dar um bafo de opio era para mim uma vitória.

Só Deus sabe como me arrependo dessa maldita escolha, nunca eu imaginei, a sério. Nunca eu imaginei as voltas que ainda ia dar de "cavalo".voyagings:

Kwang Ho Shin

terça-feira, 15 de julho de 2014

Viver com a Metadona: Drogas no Irão

Viver com a Metadona: Drogas no Irão

Drogas no Irão

Iranian Crystal:

A misunderstanding of the crystal-meth



From: 

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3525044/

In Asia, Illicit opium and cannabis are produced mainly in Afghanistan.

 In Iran, opium and hashish have been used for near 300 years, but other drugs such as heroin, buprenorphine, cocaine, tramadol, and ecstasy are new drugs of abuse in Iran.

Abuses of the new drugs in Iran are now a major health problem.

In Iran, drugs which have been named by substance abusers may have a similar western name, but with different chemical entity. 

For example, crack is one of the popular names among the substance abuser in Iran, but is totally different with the western crack. 

In the other parts of the world, the main ingredient of Crack is cocaine, but in Iran it is heroin which may also contain morphine, codeine, caffeine, noscapine, papaverine, dextromethorphan, and acetyl codeine or corticosteroids with different amounts that make it even more harmful than pure heroin or any other drugs.

“Crystal meth,” is the smokable form of methamphetamine hydrochloride. Crystal meth is more likely to cause dependence than other forms of methamphetamine. Crystal meth is a cheap and easily available drug in the western countries, which is a common abused drug among youths in these countries.

Nowadays, crystal is one of the most common abused drugs in Iran.

It is one of the newest drugs between the Iranian addicts that are spreading widely among youngsters. In eastern part of Iran, there is no difference between crack and crystal in term of ingredient, because both of them are heroin and urinary test for the substance abusers have been positive for morphine but negative for amphetamine and the other common abused substances.


The important point in this view for the physicians is to know that the slang word of drug abusers “Crystal” in the eastern of Iran is a misunderstanding of the crystal- meth and it is in fact heroin.

Iranian Crystal is made in the illegal laboratory, with no standardization. Unfortunately, lack of awareness about the toxicity of this substance have caused health problem among adults or youngsters who used it freely with no fear. Even some Iranian addicts believe that the crystal is the crystal-meth (amphetamine base) because of similarity in name.

What is behind this non-awareness and all these misunderstanding?

 High concentrate of heroin in Iranian crack and crystal may lead to acute intoxication and dependency with lots of physical and mental health effects of the addict, as well as social and economical problems.


 In this letter, we have tried to bring attention to all health professionals, particularly emergency physicians and clinical toxicologist, on the confused slang name of crack and crystal in Iran. Although it has been reported to the local health authorities, general awareness on the misunderstanding and toxicity of these substances are recommended.

Footnotes

Source of Support: Nil

Conflict of Interest: None declared

Article information

J Res Med Sci. Feb 2012; 17(2): 203–204.
PMCID: PMC3525044
1Department of Clinical Toxicology and Forensic Medicine, Faculty of Medicine, Birjand University of Medical Sciences, Birjand, Iran
2Medical Toxicology and Drug Abuse Research Center (MTDRC), Birjand University of Medical Sciences, Birjand, Iran
3Medical Toxicology Research Centre, (MTRC) and Department of Medicine, Mashhad University of Medical Sciences, Mashhad, Iran
Address for correspondence: Omid Mehrpour, Department of Clinical Toxicology and Forensic Medicine, Faculty of Medicine, Birjand University of Medical Sciences, Ghaffari Avenue, Birjand, Iran. E-mail: ua.moc.oohay@ruoprhem.dimo
Received January 16, 2012; Revised January 28, 2012; Accepted February 10, 2012.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Estudo: droga anti-retroviral popular tem mesmo efeito no cérebro como LSD


Medicamentos anti-retrovirais são vitais para aqueles que tentam manter o HIV e SIDA na baía, mas os efeitos colaterais de uma droga psicodélica comum pode levar alguns usuários de surpresa.

O efavirenz, um fármaco que é normalmente utilizado em conjunto com outras drogas como um cocktail de combater um tipo de HIV (HIV-1), tem uma série de efeitos colaterais que incluem sentimentos de terror, grave  depressão, psicose, paranóia e alucinações delirantes . Para surpresa dos pesquisadores que investigam estes efeitos secundários, verifica-se que efevirenz tem um efeito semelhante sobre o cérebro como dietilamida do ácido lisérgico - conhecido para a maioria como LSD.

Os efeitos colaterais de lazer do efavirenz não são algo novo - há anos na África do Sul as pessoas foram fumar comprimidos esmagados efavirenz (às vezes com a maconha ou outras drogas) para um fácil no alto de uma mistura conhecida como"wunga" . Um efeito colateral terrível disso é que, em um país onde 17,8 por cento dos adultos são portadores do vírus HIV (a quarta maior taxa do mundo), as pessoas estão treinando seus corpos para ser imune a medicamentos anti-retrovirais.

Os efeitos colaterais psicodélicas de efavirenz também são vistos em pessoas que tomam como medicamente prescrito, no entanto, com algumas pessoas que desenvolvem doenças psiquiátricas adversas como resultado. Essa história efeito colateral conhecido, juntamente com os relatos de seu uso na África do Sul, atraiu a atenção de John neurofarmacologista Schetz da University of North Texas Health Science Centre .


Falando à Wired.co.uk via e-mail, Schetz disse: "Eu vi um ABC News Nightline Relatóriopor Jim Sciutto E há alguns anos atrás, onde ele detalhou a prática de pessoas que esmagam os comprimidos de efavirenz e fumando-los para um alto eu estava curioso. para ver se eu poderia reunir todos os dados científicos que possam confirmar ou refutar a idéia de que o efavirenz pode ser uma droga recreativa atraente. Durante este processo, me deparei com a literatura que descreve os efeitos colaterais neuropsiquiátricos adversos do efavirenz, o que, em alguns casos, pareciam se encaixar com comportamentos observados no novo relatório naqueles que estavam fumando o medicamento. "

Claramente, o efavirenz tem efeitos neuropsiquiátricos que ambos os usuários e abusadores estão experimentando. Quando Schetz e sua equipe testaram efavirenz em ratos, deu resultados intrigantes - de acordo com perfil molecular da farmacologia receptor de efavirenz, o receptor de serotonina 5-HT2A foi o local mais afetado pela droga. Essa é a área do cérebro que é especificamente ativada por drogas alucinógenas e psicodélicas como o LSD.

Enquanto potência de efavirenz não estava nem perto que do LSD, os efeitos comportamentais em ratos (mais facilmente visto em termos de natureza, espasmos incontroláveis) foram comprovadamente semelhante sob a influência de ambas as drogas. Simplificando, os ratos foram tropeçando bolas, cara.

No entanto, para saber se é preciso dizer que os efeitos do LSD e efavirenz sentir o mesmo para os seres humanos, não é possível dizer, Schetz disse: "Com base em perfis receptor pré-clínicos e comportamentais medidas que esperamos que haveria algumas semelhanças, [ estudos no entanto] controlados em seres humanos, simulando a prática daqueles que abusam do efavirenz ainda não foram realizados. Além disso, a maioria dos medicamentos têm vários locais de ação que levam a múltiplas, efeitos mistos, o que pode influenciar o efeito subjetivo geral experimentada por um usuário. "

A psilocibina, o ingrediente ativo dos cogumelos mágicos, também age sobre o receptor 5-HT2A, então apenas como diferentes alucinógenos dar experiências diferentes, por isso pode se sentir diferente efavirenz com o LSD. Schetz adverte contra quem pensa dessa pesquisa faz efavirenz uma nova droga divertido tentar: "É razoável esperar que os perigos associados com o uso recreativo do efavirenz seria pelo menos tão grande quanto para LSD No entanto, não são susceptíveis de ser. perigos ainda maiores, como pode haver mais de um efeito e efavirenz foi desenvolvido para consumo oral como um medicamento para o tratamento de HIV-1. Gostaria fortemente advertem contra até mesmo experimentar com efavirenz e enfatizar que seria extremamente imprudente para qualquer um usá-lo para outra coisa do que o seu uso pretendido. "